Monday, January 19, 2009

Jogando dinheiro fora

Eu questiono a validade de certas pesquisas de opinião. Não, não é uma desconfiança quanto aos resultados ou quanto ao processo de obtenção e análise dos dados. Não acredito é na utilidade de certas temas avaliados pelas pesquisas.

Devo dizer que igualmente não acredito nos universos pesquisados, dizem que uma boa técnica garante amostras confiáveis da maioria. Eu não duvido disso, só não acredito é que as maiorias sejam confiáveis. Como a própria maioria afirma sobre si mesma: todas as maiorias são burras.

Vejo no jornal o resultado de uma pesquisa que chegou a conclusão de que "os homens mais ricos dão maior prazer às mulheres". Não duvido e até concordo. Mas precisava gastar dinheiro e tempo com uma pesquisa para chegar a essa conclusão?

Tuesday, November 04, 2008

Superstição ou Super Tição?

Não sou supersticioso, mas tenho as minhas manias. Bato na madeira prá pregar prego. Não passo embaixo de escadas baixas e quando elas são de concreto. Sempre que posso fujo do escuro: acendo a luz! Não como quiabo nos dias 13, e nem nos outros dias também. No lo creo em las brujas, pero que hay mujeres feas, las hay, hay (ou será hu uh?).

Eu acreditei que 2008 seria um bom ano - mania de achar que tudo o que for par é melhor (medo da unidade? de ficar sozinho? ou frescura pura?). Ele foi, por assim dizer, segundo as minhas manias, um ano ímpar, para ser mais direto: "a piece of shit". Isso até agora, porque ainda falta algum tempo para darmos adeus a 2008 - o que já é ruim ainda pode piorar!

Segundo as minhas falhas convicções 2009 não deverá ser um bom ano. Eu não sei dizer de que modo ele nos afetará, ou como seremos atacados por 2009. Desastres naturais, hecatombes, catástrofes, calamidades, toneladas de piadas sem graça, milhões de textos imbecis publicados nos blogs... Ufa!

Ou devo dizer: Huuh! Huuh! Huuh!

Saturday, May 03, 2008

Festas mortais

Rave é um tipo de festa realizada em sítios, e animada por música eletrônica (DJ's), em eventos que costumam durar mais de 12 horas. O termo "rave" originou-se no Reino Unido, onde era usado por caribenhos na década de 60 nas suas festas locais. Em meados da década de 80, o termo começou a ser usado para descrever uma cultura que cresceu do movimento "acid house" de Chicago e evoluiu no Reino Unido. (fonte: Wikepédia).

Vamos no popular? Rave são festas organizadas com a finalidade de estimular o consumo de drogas. Não é por acaso que nove em dez dos chamados filhos de famílias boas costumam ocultar dos seus pais, usando desculpas, quando participam desse tipo de festa. Ou não é por acaso que muitas dessas festas acabam indo parar nas colunas policiais dos jornais.

O número de jovens vitimizados por excessos no consumo de drogas em raves é expressivo. A grande concentração de jovens nesse tipo de evento, torna praticamente impossível o controle que evite o consumo de drogas. Isso sem falar na principal droga legal: o álcool. Acho que já está mais do que na hora de se proibir a realização desse tipo de evento.

Sunday, February 03, 2008

Huuh...Uuuuuu

A dor foi o primeiro dos sentidos, o motor, mecanismo primitivo responsável pela sobrevivência das espécies. Por mais selvagem, por mais rude que fosse o ser, ele com certeza não iria gostar de sentir, de padecer com qualquer tipo de dor. Livrar-se das dores, portanto, foi e continua sendo um imperativo de todas as espécies.

Essas dores, provenientes de várias fontes, sejam as de causas naturais, como a dor provocada pela fome, por exemplo, ou acarretada por algum tipo de doença ou desconforto orgânico, uma diarréia, obriga os seres a buscar uma cura, algo que diminua, que mitigue a agonia que elas provocam.

Somos todos filhos das dores e. antes de ser deturpado, o ditado era "a dor ensina a crescer". Padecemos e crescemos, depois surgiram os analgésicos, os anestesistas e a coisa empacou.

Wednesday, August 29, 2007

Das Culpas

Prócer do governo advoga que as eleições tem o condão de julgar - e de perdoar - os crimes dos governantes. Defende a tese de que, político eleito está absolvido de seus crimes. O povo acima da lei, ou a tese de que se a lei é invocada para defender a sociedade, quando ela própria - que é a atingida - resolve perdoar o criminoso, não cabe a ninguém mais contestar. Joga por ralo abaixo as teorias de ação pública e privada, ou confere ao povo a titularidade formal da ação pública.

O assunto é controverso. Resta saber o que pensam os eleitores quando elegem alguém acusado da perpetração de um crime, ou mesmo se conhecem, se sabem dos detalhes do processo a que responde o acusado. Parece óbvio que isso não ocorre, a opinião pública - da maioria -, por bem ou por mal, pouco conhece ou mal conhece as acusações que se fazem aos nossos políticos. Os mais esclarecidos conhecem alguma coisa através da imprensa. E é só.

Como conferir à multidão ignorante - que desconhece a matéria - e despreparada a função de juiz? Se assim fosse estaríamos abandonando o império da lei e da ordem, voltando a vida primitiva tribal. A tese só se sustenta na defesa do indefensável.

Sunday, May 20, 2007

Um chute no saco!

Um chute no saco! A brincadeira estava boa, mas cansei. Deus é brasileiro, mas dizem que já pediu o green card. Antes mulher era uma coisa que a gente casava pra depois comer, agora não precisa mais... O desarmamento pressupõe que um homicida desarmado vira imediatamente um idiota sem idéias. Esse é o país do seu futuro, dizia o sexagenário para o neto em 1647. E depois continuaram dizendo durante séculos, décadas, anos... Fio Maravilha, a luz não acende sem você!

Monday, March 12, 2007

Questão de letra

O coito voltou a estar na moda. A frase não está bem certa, acho que ele, verdadeiramente, nunca saiu de moda, mas nosso presidente, que deve estar com a cabeça cheia e não pára de falar na coisa, se encarregou de trazer o assunto para as manchetes.

Duas teses para a motivação: idade do lobo atrasada ou desenvolvimento mental em desarranjo com a idade cronológica. Nem sempre o desenvolvimento se dá em tempos e prazos iguais nas diversas idades mentais das mentes diversas, se é que me entendem.

Da intenção até a ação há muita diferença, colocar poder em mãos inábeis não é o ponto "g", é o ponto "x" da questão.